Soneto de bretema i escuma

Do lixeiro da madrugada; ....... Do que o mar na súa extensión afina ........... Os pétalos do lirio dá a terra ............. E vai amosando, cando a auréola
Do sutil do neboeiro encima,
vapor ou nube queda no mar fina,
escorrerante e tremente pincelada.
perla en matización, cuncha irisada,
queda un halo brillante na ondada.
Halo que en pulcra irradiación culmina.
ao mar, e o mar tenos. O mar encerra
grazas, e grazas a súas grazas suma.
da beleza cingue , en mar i onda,
o brancor indicible da escuma
Se o mar fora de leite...
Marieke dijo
O Poema lindo!!!!
Ter uma irmã como tu e eu temos...é fantástico
A musica do leonard..essa nem se fala..
Mas atenção que não é um poema que se possa dedicar a uma irmã sabias que:
O escrito é inspirado pelos vários encontros íntimos entre o poeta canadiano e a dançarina e coreógrafa Suzanne Verdal - mulher do amigo e escultor Armand Vaillancourt - ocorridos na roulotte da última e num apartamento de hotel, em Montreal, nos anos 60. Assente na relação não-carnal repleta de desejo, a letra da canção é desenvolvida pelo hábito de Cohen em ilustrar as suas próprias experiências com referências bíblicas.
ehehehehheheheh
31 Julio 2008 | 05:41 PM