Repasa en su blog Rogèrio Santos a qué llamaron los frankfurtianos Industrias Culturales. De sus lecturas de Heinz Steinert (2003) sugiere que los medios de comunicación no lo son por producir en serie, sino en cuanto cosifican y alienan su producto.
produção de coisas como o princípio de uma forma específica de produção cultural (Steinert, 2003: 9). A cultura subordina-se à forma de mercadoria. Actualmente, usa-se também o plural indústrias culturais, que distingue produtos diferentes e géneros de produção (Steinert, 2003: 170), e inclui as indústrias da edição, musical, cinematográfica e da televisão e, mais raramente, as indústrias da ópera, dos museus e galerias e da arquitectura e da construção
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O que era originalmente uma crítica filosófica tornou-se uma descrição empírica de como se produzem os bens culturais, continua Steinert (2003: 171).
Steinert procura restabelecer o primeiro significado de indústria cultural como cultura transformada em coisa ou bem, e distinto dos media (2003: 10).
O lamento de Steinert aproxima-se do dos autores que estuda, dentro da linha da teoria crítica de influência marxista, e afasta-se de outros autores que eu cunho de liberais-pluralistas, como Bernard Miège, Enrique Bustamante e David Hesmondhalgh, que trabalham o plural indústrias culturais, e Justin O'Connor e Andy C. Pratt, que trabalham o conceito de indústrias criativas.

